SORRISO; Pacientes fazem fila em posto de coleta para exame da Covid-19 e parte fica sem senha

No local, foram distribuídas 150 fichas, o que foi insuficiente para atender todas as pessoas que aguardavam pelo teste.

Uma fila de pacientes com pedidos para exames de Covid-19 se formou em frente ao posto de coleta no Hospital de Campanha de Sorriso, no norte do estado, na manhã desta quinta-feira (2).

No local, foram distribuídas 150 fichas, o que foi insuficiente para atender todas as pessoas que aguardavam pelo teste.

Para tentar evitar a aglomeração, o servidor da prefeitura Cledson de Assis informou aos pacientes que eles precisavam ir embora e ligar depois para saber se ainda teriam testes.

“Não adianta vocês ficarem aqui aguardando, que não vai resolver nada. Então vou pedir a compreensão de vocês. Vocês liguem aqui a tarde, vejam a possibilidade de tá fazendo o teste hoje ainda ou amanhã, vai tá distribuindo mais senhas, tá?”, informou.

Servidor informou aos pacientes que poderiam voltar para casa devido à falta de senhas para atender a todos — Foto: Alexandre Perassoli

O secretário de Saúde de Sorriso, Luis Fábio Marchioro, explicou que o acúmulo de pacientes para exames nesta quinta-feira se deu devido à falta de insumos durante o fim de semana.

“Tivemos um desabastecimento de insumos para fazer a coleta devido à grande quantidade de exames que vem sendo feito. Todas as pessoas que foram fazer exames hoje estão dentro do prazo da prescrição médica”, explicou.

Nesta semana, foram adquiridos pelo município 8 mil bastões (cotonetes) para coleta.

No entanto, segundo o secretário, os exames são feitos por agendamento, não havendo necessidade de aglomeração.

“Os insumos do governo do estado é quase zero. O governo federal manda recursos e não insumos. Precisamos de máscaras, luvas, medicamentos, mas não vem”, afirmou.

De acordo com a prefeitura, os pacientes são informados sobre o resultado do teste por meio do telefone.

Até essa quarta-feira (1°), Sorriso registrava 726 casos confirmados e 13 mortes em decorrência da Covid-19.

Fonte: G1

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