Reservatório do Porto entra em operação

Assessoria

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A comunidade cuiabana ganha uma importante estrutura de abastecimento de água tratada. O reservatório apoiado (RAP) Porto, com capacidade para um milhão de litros, já está pronto e operando. Construído pela Águas Cuiabá, empresa do Grupo Iguá, a unidade fortalece o Sistema Central de Abastecimento de Água (SAA Central), beneficiando diretamente a 56 mil pessoas.

A implantação do RAP colabora com a ampliação da eficiência nas operações de fornecimento de água, otimizando o controle dos processos e produção, armazenamento e distribuição de água tratada e fluoretada a 15 bairros, dentre os quais Porto, Coophamil, Centro Sul e Dom Aquino. A gestão operacional do reservatório é realizada pelo Centro de Controle Operacional (CCO), situado na sede da Águas Cuiabá e aparelhado para acompanhar, em tempo real, o desempenho de todos os sistemas de abastecimento da cidade.

“Entregar água tratada de alta qualidade a toda a população cuiabana é compromisso da Águas Cuiabá. Com a entrada em operação do novo RAP Porto já são 64 reservatórios em funcionamento que visam assegurar o abastecimento constante à população. Essa unidade é a efetivação de um projeto sólido de automação que permite a otimização do sistema de distribuição de água a toda cidade”, destaca o diretor geral da concessionária, William Figueiredo.

Executada em sessenta dias, a implantação do RAP Porto é resultado do investimento de R$ 1 milhão e possibilitou a modernização de redes de água em bairros tradicionais da capital mato-grossense, integrantes do Sistema Central. Cerca de 10,5 mil unidades consumidoras (residenciais e comerciais) desfrutarão de um novo cenário em relação à disponibilidade de água tratada.

Melhorias

Além da instalação do reservatório, ações de melhorias no abastecimento também foram realizadas em importantes vias da Capital. Em trabalhos desenvolvidos no período noturno, que visavam assegurar a mobilidade urbana, localidades como a Avenida São Sebastião e a rua Comandante Costa passaram a contar com novos DMCs – metodologia que permite a divisão de uma rede em áreas menores para realizar, rotineiramente, o monitoramento e gestão dos sistemas. Essa técnica permite mais precisão nas análises dos níveis de pressão e vazão de água em áreas de menor abrangência, contribuindo para redução de perdas em cada região.

Fonte: RDnews

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