Prefeita reclama de preços abusivos em itens de saúde e pede apoio ao TCE e MPE

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Lucimar Campos

A prefeita de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos, grava um vídeo em frente a estoque de medicamentos da prefeitura; reclama dos preços

Os preços abusivos cobrados por fornecedores de insumos para saúde durante a pandemia da Covid-19 levaram a prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos (DEM), a pedir apoio dos órgãos de controle como Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) e do Ministério Público. O orçamento do município para saúde pode chegar a R$ 166 milhões até o final do ano.

Ela alega que “os valores cobrados são especulativos e ferem a dignidade das pessoas que precisam da Saúde Pública para se socorrerem”.

Já foi ampliado em R$ 20 milhões o recurso da saúde municipal e a estimativa é de que os investimentos cheguem a R$ 166,5 milhões para este ano, superando em mais de R$ 100 milhões as previsões orçamentárias.

Os valores cobrados são especulativos e ferem a dignidade das pessoas que precisam da Saúde Pública para se socorrerem

Lucimar Campos

O pedido foi feito no dia da audiência de conciliação, na quinta (9), entre o Juízo da Vara da Saúde Pública, Ministério Público, Governo do Estado e as prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande. O juiz José Luiz Leite Lindote acolheu o pedido dos prefeitos para prorrogar por mais 7 dias a paralisação das atividades não essenciais.

A prefeita solicitou aos órgãos de controle que deem apoio aos prefeitos e tenham regras endurecidas quanto aos fornecedores na aquisição de medicamentos, insumos e equipamentos com preços abusivos. Lucimar listou no pedido os Tribunais de Justiça – TJMT; de Contas da União (TCU); de Contas do Estado (TCE); Ministério Público Federal (MPF); Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPE) e Controladorias Gerais da União (CGU) e do Estado (CGE).

A solicitação recebeu apoio do magistrado da Vara da Saúde Pública e também do promotor de Justiça Alexandre Guedes, titular da Promotoria que atua na área.

Fonte: RDnews

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