Nascido em Rondonópolis, ele é formado em Direito e tem pós-graduação em Direito Público. Atualmente, é empresário do ramo da construção civil. Tem dois mandatos eletivos de vereador na Câmara Municipal.

É casado com Patrícia Okawada Ferreira Muniz e possui três filhos. No atual pleito, o seu candidato a vice-prefeito é o empresário Ibrahim Zaher. Confira os principais trechos dessa entrevista*:

 

A TRIBUNA – A pesquisa Ibope/A TRIBUNA para prefeito, divulgada nesta semana, influenciou de que forma sua campanha. O que muda agora?

Thiago Muniz – Não muda nada. Estamos com uma campanha muito boa. Manteremos nosso trabalho, conversando com as pessoas, com o eleitor, que é o principal ator das eleições, mostrando nosso plano de governo. Estou muito animado com essa eleição, pois as pessoas estão entendendo nossa proposta para retomada do devolvimento mais acelerado de Rondonópolis.

A TRIBUNA – Como o senhor avalia a atual gestão municipal? Que nota dá a ela?

Thiago Muniz -Prefiro não dar nota, quem tem que dar nota é o cidadão nas urnas. Mas avalio que o prefeito atual deu sua contribuição, teve duas oportunidades de ser prefeito e acredito que a cidade pede passagem. Rondonópolis tem um potencial de crescimento e desenvolvimento muito maior do que vive.

A TRIBUNA – O senhor acha que a mesma situação da eleição passada com a divisão dos votos na oposição ao Zé do Pátio pode ocorrer agora?

Thiago Muniz – Acredito que não, pois o Zé naquela eleição era “pedra”, aliás, ele sempre disputou a eleição nessa condição. Agora disputa como vidraça. Ele está sendo questionado sobre a conduta dele à frente da Prefeitura nesse período de três anos e 10 meses. É natural que o cidadão que queira o Zé continue com ele, mas a maioria entende que quer um novo modelo de desenvolvimento para cidade.

A TRIBUNA – Mas o senhor acredita que o grande número de candidatos pode atrapalhar uma vitória sobre o Zé?

Thiago Muniz – Não atrapalha. Se a gente for questionar isso matematicamente, na eleição passada nosso grupo perdeu para ele por 1.500 votos e agora vamos ter muito mais que essa quantia, vamos ganhar essa eleição com uma folga tranquila sobre ele. Não tenho dúvida. Quem está dividida é a terceira via, que ficou em terceiro lugar naquela eleição e agora dividiu em três ou quatro candidatos. Nós mantemos nosso grupo e vamos ter mais votos que na eleição passada!

A TRIBUNA – Da onde vem essa certeza?

Thiago Muniz – Acredito muito que matematicamente nós vamos ganhar as eleições.

A TRIBUNA – Vivemos um período crítico com a pandemia neste ano. Na sua avaliação, qual foi o principal erro da administração municipal no seu enfrentamento?

Thiago Muniz – Tem cidade maior que Rondonópolis, como Montes Claros (MG) que teve 60 ou 70 mortes. Teve cidade no Brasil que não teve nenhuma morte por coronavírus. Teve cidade do tamanho de Rondonópolis, como Dourados (MS), que recebeu R$ 32 milhões ou R$ 36 milhões e teve 70 mortes. Rondonópolis teve quase R$ 70 milhões e, infelizmente, as ações não foram coordenadas.

Eu mesmo como empresário ajudei o Missão Cidadão, que ajudou a medicar mais de 8 mil pessoas, mas o prefeito não deu nem bom dia para essas entidades que ajudaram nesse combate à pandemia. Na Câmara Municipal, fiz uma emenda obrigando o prefeito a investir todo dinheiro no combate à pandemia, mas ele manobrou com alguns vereadores e conseguiu desviar esse dinheiro.

Não compraram nenhum tomógrafo, que é a chave para fazer o exame e detectar no começo essa doença. Se tivessem feito as tomografias, teríamos resultados mais rápidos e conseguido medicar as pessoas. Muita gente teve que comprar medicamento sem poder e a Prefeitura com esse volume todo de dinheiro não conseguiu fazer as ações para combater de fato a pandemia.

Também utilizaram muito pouco o potencial das equipes de saúde da família, que poderiam ter sido mais valorizadas. Ficou uma bagunça a condução dessa pandemia em Rondonópolis e, infelizmente, isso custou vidas de muitas pessoas.

Thiago Muniz: “O Zé não consegue cuidar dos ônibus da Secretaria de Educação e como ele quer puxar mais uma responsabilidade de cuidar do transporte coletivo, que é muito mais complexo” – (Foto: Deivid Rodrigues/A TRIBUNA)

A TRIBUNA – O senhor acredita que na condução da pandemia faltou boa vontade, planejamento ou competência?

Thiago Muniz – Faltou planejamento e a pandemia só veio ressaltar esse problema, principalmente na saúde. O prefeito atual faz muita politicagem com a saúde pública. Nós temos cargos estratégicos que poderiam estar sendo ocupados por profissionais de gabarito, sendo que existem muitos nas secretarias. Contudo, muitas vezes o prefeito põe nesses cargos cabo eleitoral dele que não entende nada para mandar em quem entende. Isso nunca vai dar certo. Faltou não só na pandemia, mas falta no serviço público de saúde, competência para atender melhor o cidadão em Rondonópolis. E isso resulta em um atendimento de má qualidade ao cidadão, que fica duas/três horas para ser atendido no Pronto Atendimento, o que é inadmissível.

A TRIBUNA – Nessa área da saúde pública, hoje Rondonópolis tem grandes problemas como deficiência de leitos de UTI geral, filas para cirurgias, demora para atendimentos de emergência, entre outras. O que fazer para amenizar a situação? A cidade precisa de uma nova UPA, de um novo hospital?

Thiago Muniz – Nossos eixos no plano de governo na saúde são: primeiro, dar autonomia para a Secretaria de Saúde, para ter o administrativo, o setor de compras, todos esses setores disponíveis. Ela vai ter uma gestão autônoma. E o secretário que vamos escolher, com o aval da maioria da equipe de saúde, terá que ter metas e prestar contas para o prefeito, bem como responder por todas ações que forem implementadas na saúde. Com isso, vamos desburocratizar o andamento do serviço público de saúde na cidade. Também vamos ampliar alguns serviços de saúde. Para exemplificar, no Terceiro Turno do Parque Universitário vamos colocar uma Policlínica, pois toda aquela região é uma “cidade” do tamanho de Jaciara, incluindo inúmeros bairros. Com a Policlínica lá, vamos descentralizar o atendimento na UPA. A mesma coisa vamos fazer no Terceiro Turno do Cidade de Deus, que também é uma grande região, onde vamos levar a Policlínica para atender todos os bairros ali localizados. Com isso, vamos atender o cidadão ali na região, ao invés de levar para a UPA, onde vamos reforçar as equipes médicas. Vamos fazer parceria com a Universidade Federal de Rondonópolis, que inclusive está sendo referência no país, para não deixar esses médicos irem embora da nossa cidade, para que eles tenham oportunidade de trabalhar no serviço público. Também pretendemos fazer muitas parcerias com a Santa Casa, que é um hospital pronto, de referência, que usa só 50% da sua capacidade de cirurgias hoje. Ao invés de mandar nosso povo para Poxoréu, vamos fazer uma parceria transparente com a Santa Casa para zerar essa fila de cirurgias eletivas, que hoje conta com mais de 5 mil pessoas na espera. Além de tudo, vamos turbinar as parcerias com o Governo do Estado, que é responsável pela média e alta complexidade, e com o Governo Federal. Temos uma boa relação com o governador do Estado e com a nossa bancada federal. Com isso, podemos criar um polo de excelência em saúde pública na cidade.

A TRIBUNA – Como empresário do setor da construção civil, de que forma a atual gestão atrapalha o surgimento de projetos e desenvolvimento das atividades?

Thiago Muniz – Eu sendo eleito prefeito, vou criar um setor para dinamizar, destravar a aprovação e o início de novos projetos, não só na construção civil, mas em todos os setores. A Prefeitura precisa ser mais parceira do empreendedor. Nós vamos facilitar a vida do empreendedor quando ele precisa da Prefeitura. Vamos atender o cidadão de forma mais dinâmica, rápida. Quando precisar de um serviço da Prefeitura, seja de uma aprovação de projeto ou para pagar um imposto, dispor um atendimento mais rápido. Hoje é muito demorado fazer qualquer ação dentro da Prefeitura. O empresário muitas vezes consegue uma certidão federal mais rápido do que uma certidão municipal. Acredito que o poder público tem que facilitar mais a vida do empreendedor.

A TRIBUNA – Diante da crise político-econômica nacional, como fazer para atrair novos investimentos, especialmente indústrias? Isso é possível?

Thiago Muniz – É possível. Nós vamos cobrar do governador Mauro Mendes, que é do meu partido, um incentivo fiscal para que sejam instaladas indústrias aqui, pois somos um polo de desenvolvimento.

Nós vamos conversar e valorizar o empreendedor local, vamos chamar o setor produtivo pra dentro. Vamos dividir a Secretaria de Agricultura em duas frentes: Secretaria do Agronegócio e Secretaria da Agricultura Familiar. Já sentei com o Sindicato Rural e quero que ele ajude a indicar o secretário, para que possa envolver o setor e retomar mais rápido o desenvolvimento de Rondonópolis. Vamos voltar a ser campeão de geração de empregos, valorizando o empreendedor local, dando dinamismo à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e colocando nesta pasta uma pessoa ligada ao comércio para que ela tenha autonomia de buscar novas empresas e de chamar o setor produtivo para dentro.

Temos os programas de microcrédito, que vamos voltar a operar forte pelo Banco da Gente, que é o banco da Prefeitura, mas hoje serve só para politicagem e, inclusive, com muita influência do irmão do prefeito lá dentro. Vamos acabar com essa mamata, vamos reorganizar o Banco da Gente, que vai emprestar dinheiro com juro barato aos microempreendedores locais, com carência de quatro meses e 12 meses para pagar e, se pagar em dia, a Prefeitura arca com a última parcela.

A TRIBUNA – O senhor acredita que o governador possa fazer um benefício fiscal exclusivo para uma única cidade?

Thiago Muniz – Vamos exigir do governador Mauro, pois somos uma região estratégica, temos aqui o maior terminal ferroviário da América Latina. Aliás, nosso grande desafio será dar um novo desenvolvimento a Rondonópolis. Tivemos um “boom” com a vinda da ferrovia e agora precisamos dar um novo salto, sob pena de ir crescendo, mas empobrecendo. A cidade só é boa quando cresce se desenvolvendo, pois o povo cresce junto e com dignidade.

A TRIBUNA – Caso o senhor seja eleito, como será a participação das lideranças políticas que o apoiam – como o ex-prefeito Percival Muniz e o deputado estadual Thiago Silva? Tem algum receio de que o parentesco/proximidade com eles possa de alguma forma desagradar o eleitor que pode os associar com a velha política?

Thiago Muniz – Sou Thiago Muniz, tenho meu CPF, minha liderança e não é à toa que consegui montar um grupo empresarial na construção civil, liderando hoje mais de 300 colaboradores. Respeito muito o Percival Muniz, foi o melhor prefeito de Rondonópolis.

As principais obras da cidade foram o Percival que fez, como a ponte da Lions, a ponte Aroldo Marmo de Souza, que foi a última grande obra que ele deixou junto com a Avenida Otaviano Muniz, que é a nova entrada da cidade. Também posso citar o Hospital Municipal Antonio Santos Muniz, a UPA, a maioria dos PSFs, a Prefeitura nova, o estádio novo, Avenida Brasil, Avenida Goiânia, Avenida José Pinto, Casario… Então, o Percival tem um legado de obras e precisa ser respeitado porque ele fez, pois foi um grande prefeito.

Agora ele está aposentado da política, se ele quisesse ser candidato, seria. O Percival não quer interferência de governo, nunca me pediu isso. É claro que ele faz parte do meu grupo de apoio, tem muita experiência administrativa. Se eu conseguir fazer o volume de obras que o Percival fez, eu estou satisfeito, pois ele foi um grande prefeito.

Eu tenho minha liderança própria e as decisões vamos tomar, mas sempre ouvindo a equipe que vamos montar. Nossa equipe não tem interferência política, nem um partido nos pediu nada, não nos pediu secretaria para nos apoiar. Estamos prontos para fazer um novo projeto para a cidade.

O deputado Thiago Silva é nosso aliado, mas não pediu nada para nos apoiar. Está vindo porque pertence a uma nova geração e, com certeza, vai reforçar nosso trabalho em Cuiabá junto ao Governo do Estado e na Assembleia. Velha política são as velhas práticas do toma lá, dá cá, coisa que não existe na nossa coligação. Inclusive pessoas que estão aí em outras coligações, que se dizem da nova política, tentaram exigir de nós fatiamento de governo, mas não aceitei. Nós temos um projeto conjunto para retomada do crescimento, sem essa questão do toma lá, dá cá. Vamos montar nosso governo com quadros técnicos e sempre ouvindo a sociedade.

 

(Foto: Deivid Rodrigues/A TRIBUNA)

A TRIBUNA – Caminhando nas ruas e nos bairros, qual é o sentimento que tem percebido nesta eleição? Qual é a sua resposta para esse cenário?

Thiago Muniz – Tenho visto um sentimento maravilhoso, a receptividade das pessoas de voltar a sonhar com um futuro melhor, de voltar a ter esperança em uma cidade mais desenvolvida, que dê mais oportunidade para todos, que não seja apenas o polo do agronegócio, mas seja referência de saúde pública, de educação pública. Nós temos potencial para isso, para evoluir muito mais.

Eu tenho experiência tanto na iniciativa privada como na vida pública. Além disso, sou ficha limpa. Pode pesquisar meu nome no Google que vocês vão ver que não há um processo, uma denúncia de corrupção contra mim. Não tenho o que esconder, ando de cabeça erguida. Não faço mais que minha obrigação, mas é importante dizer que a experiência que adquiri com os mandatos que tive de vereador, com certeza, vão valer muito para tocar a Prefeitura, porque eu conheço a máquina pública.

O presidente Bolsonaro teve seis mandatos de deputado federal antes de ser presidente e isso ajudou muito. Ele está fazendo um bom governo por conta da experiência que ele adquiriu na vida pública. Não podemos pular etapas, me preparei na iniciativa privada, me preparei na vida pública e agora estou pronto para agora dar esse salto de qualidade em Rondonópolis como prefeito.

A TRIBUNA – Em relação ao trânsito e transporte, o prefeito atual pretende criar uma espécie de autarquia do transporte coletivo. Caso o senhor seja eleito, o senhor vai dar prosseguimento na criação dessa autarquia? Qual é a solução para o transporte coletivo em Rondonópolis? Tem solução?

Thiago Muniz – O Zé está equivocado nessa ação de criação da autarquia do transporte coletivo em Rondonópolis. Falei isso lá atrás para ele. O Zé não consegue cuidar dos ônibus da Secretaria de Educação e como ele quer puxar mais uma responsabilidade de cuidar do transporte coletivo, que é muito mais complexo.

Nós vamos fazer uma concessão bem-feita de 30 anos, porque hoje nós temos um contrato precário com a Cidade de Pedra e, assim, vamos exigir da empresa que ganhar, no próprio edital, a construção dos novos terminais urbanos, a substituição e aumento da frota para que a gente tenha ônibus de 15 em 15 minutos, ou de meia em meia hora.

Nenhuma empresa vai querer concorrer a uma concessão sem contrato com prazo longo, porque precisa se planejar para fazer esses investimentos. Está no nosso plano de governo a reorganização do transporte coletivo e vamos incentivar as pessoas a voltarem para esse tipo de transporte, que é mais seguro, mais barato e diminui o número de veículos nas ruas.

A TRIBUNA – O senhor tem defendido a criação de um Auxílio Emergencial Municipal para as pessoas mais atingidas pela crise causada pela pandemia. De onde virá o dinheiro para isso?

Thiago Muniz – Primeiro lugar, esse Auxílio Emergencial Municipal é temporário, por quatro meses. Em segundo lugar, já existe o dinheiro, está depositado na conta da Secretaria de Assistência Social e ele veio do Governo Federal.

Veio esse recurso para o combate a pandemia. Vamos investir esse dinheiro que o Zé não conseguiu investir. Nós vamos priorizar as famílias que estão na linha de miséria, pois tem pessoas na cidade passando fome e com dinheiro parado na conta. Esse Auxílio Emergencial vai servir para ajudar as famílias mais necessitadas, respeitando critérios.

A TRIBUNA – Tivemos nos últimos anos, muitas propostas visando a majoração do IPTU e, como vereador, uma posição contrária da sua parte. Caso eleito, o senhor acredita na necessidade de atualizar os valores desse imposto?

Thiago Muniz – Fui o grande líder contra o aumento de IPTU. Fui sistematicamente contra o aumento de IPTU e foi por minha liderança dentro da Câmara Municipal que, inclusive, fizemos compromisso público que eu e outros vereadores fizemos compromisso público nesse sentido.

Não vejo que o aumento de IPTU seja o caminho e nós vamos reorganizar a questão dos tributos municipais sem aumentar imposto. Vejo que não é o momento de aumentar imposto. Nossa preocupação é a retomada da economia e, como vamos fazer isso, aumentando imposto? Nós vamos valorizar aquele que paga o imposto corretamente e, por isso, vamos fazer campanhas para regularizar quem tem débito na Prefeitura.

A TRIBUNA – Isso apenas num primeiro momento?

Thiago Muniz – Está fora de cogitação qualquer aumento de imposto. Nós vamos aumentar a arrecadação do município fazendo a cidade crescer, porque quando aumenta os empregos automaticamente aumenta a arrecadação do município.

A TRIBUNA – Sua imagem sempre foi ligada à juventude. Atualmente, as opções de lazer, esportes e cultura são uma grande carência para esse público em Rondonópolis. O que fazer para mudar essa situação na cidade?

Thiago Muniz – Nós temos dois pilares básicos para retomada do lazer em Rondonópolis. Primeiro, é fazer o projeto do Parque da Seriema, que é uma área com mais de 100 hectares que já é da Prefeitura, localizada depois da ponte da Lions.

Será um parque modelo no Centro-Oeste, com pista de caminhada, ciclismo, campo de futebol, musculação, fomentando o esporte e lazer naquela região.

Também vamos fomentar as parcerias com empresas. Eu, como empresário, já ajudei a bancar a reforma/construção de praças em Rondonópolis. Sendo eleito, vou intensificar essas parcerias para que reforme as principais praças e faça vários centros de lazer espalhados pela cidade.

Serão praças bonitas, atrativas, com segurança e a iniciativa privada cuidando junto com a Prefeitura. Vamos ter assim um salto na convivência familiar, das pessoas… Também queremos fomentar os eventos, não só de lazer, mas do agronegócio no Parque de Exposições, em parceria com o Sindicato Rural, com quem já tive conversa nesse sentido. Vamos voltar a parte de lazer e eventos de uma forma muito forte em Rondonópolis.

Fonte; aTribuna mt