Custos e o uso eleitoreiro de CPI

Buscando visibilidade pela reeleição em ano eleitoral, alguns vereadores da Capital, vergonhosamente, usaram e abusaram de dinheiro público para promoção pessoal na esteira da CPI do Paletó. A tendência é do relatório paralelo que pede afastamento do prefeito Emanuel e aprovado por Marcelo Bussiki (foto) e sargento Joelson ser derrotado na Câmara pela maioria dos parlamentares, sob alegação de falta de conteúdo. Para ser aprovado, precisa contar com apoio de ao menos 13 dos 25 vereadores. Mas os oposicionistas só devem arregimentar no máximo oito votos. Em meio às discussões, há vereadores querendo informações sobre o dinheiro gasto com a CPI, que requisitou servidores públicos, consumiu tempo e recursos nas gravações de oitivas, nos embates judiciais e com outras despesas.

Fonte: RDnews

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